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quarta-feira, 11 de maio de 2011
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Parque Ecológico e Vivencial Três Meninas está abandonado em Samambaia
Aline Bravim
Publicação: 09/05/2011 08:34 Atualização:
Após oito meses do
incêndio que destruiu boa parte do Parque Ecológico e Vivencial Três
Meninas, em Samambaia, a situação do local continua precária. O espaço
que seria destinado ao lazer e à educação da população caiu no
esquecimento. O mato alto é um dos maiores problemas enfrentados pelos
frequentadores da região, que alegam ter medo de passar pelo local e de
deixar crianças brincando por lá.
De acordo com o participante do comitê gestor dos parques da cidade, Eduilson Barros da Silva, o abandono tem atraído usuários de drogas e criminosos. “O pessoal que rouba lá no centro (de Samambaia) corre para cá, para se esconder. Na semana passada, assaltantes renderam um dos guardas que fazem a segurança daqui (do parque). A sorte é que não tinha nada para roubar”, conta.
Silva diz ainda que os protetores da reserva lutam há anos para construir um museu arqueológico que serviria para guardar peças históricas encontradas no terreno do parque. Ainda segundo ele, a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) aparou há poucos dias apenas uma pequena parte da plantação. “A única coisa que foi revitalizada até agora foi a quadra de esportes e o playground para as crianças brincarem, mas os moradores, quando usam o local, usam precariamente”, reclama.
Em nota, a assessoria de imprensa do Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do Distrito Federal (Ibram), um dos responsáveis pela conservação do parque, diz que a revitalização de locais de lazer será uma das prioridades do órgão. “O Ibram está concluindo um estudo de levantamento das necessidades de todos os 68 parques sob nossa administração e em seguida será traçada uma agenda de intervenção”, informa o texto.
O comunicado diz ainda que o Ibram trabalha em parceria com outros órgãos do GDF, como a Novacap, Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e administrações regionais, para execução de ações de limpeza e melhorias. As informações não falam sobre prazos ou metas que estariam prestes a serem executadas.
O gerente regional de Samambaia, Paulo Giquiri, afirma que o interior do parque é de responsabilidade do Ibram e que a parte externa foi devidamente reconstruída pela administração. “Nós colocamos luminárias na entrada da área e o parque está cercado. O pedaço do terreno que foi incendiado não temos dinheiro nem autorização para refazê-lo”, explica. Segundo ele, não há previsões para novas ações no local.
Prejuízo ambiental
Todo o trabalho de um grupo de moradores de Samambaia para revitalizar o Parque Ecológico e Vivencial Três Meninas se transformou em fumaça em agosto de 2010. Um incêndio consumiu cerca de 3,5 mil metros quadrados de uma área onde havia aproximadamente 150 mudas de árvores frutíferas, como cajuzinho-do-cerrado, pequi e jamelão. As mudas foram plantadas em dezembro de 2009 por crianças, jovens e adultos da comunidade, com a meta de transformar o espaço em um bosque onde grupos escolares e demais visitantes poderiam passear, cuidar da natureza e conhecer um pouco mais sobre a vegetação.
De acordo com o participante do comitê gestor dos parques da cidade, Eduilson Barros da Silva, o abandono tem atraído usuários de drogas e criminosos. “O pessoal que rouba lá no centro (de Samambaia) corre para cá, para se esconder. Na semana passada, assaltantes renderam um dos guardas que fazem a segurança daqui (do parque). A sorte é que não tinha nada para roubar”, conta.
Silva diz ainda que os protetores da reserva lutam há anos para construir um museu arqueológico que serviria para guardar peças históricas encontradas no terreno do parque. Ainda segundo ele, a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) aparou há poucos dias apenas uma pequena parte da plantação. “A única coisa que foi revitalizada até agora foi a quadra de esportes e o playground para as crianças brincarem, mas os moradores, quando usam o local, usam precariamente”, reclama.
Em nota, a assessoria de imprensa do Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do Distrito Federal (Ibram), um dos responsáveis pela conservação do parque, diz que a revitalização de locais de lazer será uma das prioridades do órgão. “O Ibram está concluindo um estudo de levantamento das necessidades de todos os 68 parques sob nossa administração e em seguida será traçada uma agenda de intervenção”, informa o texto.
O comunicado diz ainda que o Ibram trabalha em parceria com outros órgãos do GDF, como a Novacap, Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e administrações regionais, para execução de ações de limpeza e melhorias. As informações não falam sobre prazos ou metas que estariam prestes a serem executadas.
O gerente regional de Samambaia, Paulo Giquiri, afirma que o interior do parque é de responsabilidade do Ibram e que a parte externa foi devidamente reconstruída pela administração. “Nós colocamos luminárias na entrada da área e o parque está cercado. O pedaço do terreno que foi incendiado não temos dinheiro nem autorização para refazê-lo”, explica. Segundo ele, não há previsões para novas ações no local.
Prejuízo ambiental
Todo o trabalho de um grupo de moradores de Samambaia para revitalizar o Parque Ecológico e Vivencial Três Meninas se transformou em fumaça em agosto de 2010. Um incêndio consumiu cerca de 3,5 mil metros quadrados de uma área onde havia aproximadamente 150 mudas de árvores frutíferas, como cajuzinho-do-cerrado, pequi e jamelão. As mudas foram plantadas em dezembro de 2009 por crianças, jovens e adultos da comunidade, com a meta de transformar o espaço em um bosque onde grupos escolares e demais visitantes poderiam passear, cuidar da natureza e conhecer um pouco mais sobre a vegetação.
sábado, 7 de maio de 2011
Parque Três Meninas - Samambaia - DF
Parque Três Meninas - Samambaia - DF
O Parque Três Meninas foi construído 4
anos depois da fundação de Samambaia. Um bom exemplo de ocupação para
uma antiga chácara (década de 60), cujo construtor, construiu no fundo
do terreno, três mini casas de bonecas, para suas três filhas.
A
área se tornou propriedade do DF na década de 80, e passou a ser
utilizada como ponto de distribuição de lotes para a ocupação de
Samambaia.
Em 1989, foi criada a
Região Administrativa, e a chácara abrigou o projeto Casa da Cultura,
que possuía uma Escola Classe, biblioteca. Em seguida o local foi sede
de um posto de saúde, com tratamentos alternativos e medicamento
fitoterápicos, e também abrigou um assentamento.
Em 2003 a biblioteca do Parque, e a única de Samambaia, pegou fogo, e o local foi deixado de lado de vez.
Visitei
o lugar, que aliás é bem seguro, com vigilantes que tomam conta do
local, e senti de perto o abandono do local, que contrasta com o seu
potencial turístico-visual. O lugar é poético, em seus azulejos
solitários, num terreno que descamba para um vale no cerrado brasileiro.
Vale a pena conferir.
Fonte: Sérgio Monroe
Fotos: Sérgio Monroe
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